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José Medeiros,
José Medeiros, "Luz del Fuego no Cassino Atlântico", 1950, Coleção Pirelli/Masp de Fotografia
Sobre o curso Em 1975, a convite de um canal de televisão, Agnés Varda pergunta a algumas mulheres “o que é uma mulher”. Partindo dessa pequena proposição, pretendemos investigar ao longo de quatro encontros as diferentes respostas de atrizes e cineastas à representação dos lugares do feminino no imaginário, na arte e na história do cinema.
Planos de aulas (clique para mostrar/ocultar)
10/08/2017
Aula 1 - Dizem que somos esposas
Apresentação do curso. Nos anos 1970, em meio aos debates teóricos aproximando cinema, psicanálise e feminismo, algumas cineastas irão questionar as formas de representação feminina no cinema. A resposta das musas: Carolee Schneemann e Helena Ignez.

17/08/2017
Aula 2 - Dizem que somos mães
A desconstrução da representação da mulher no espaço doméstico. Chantal Akerman, Sônia Andrade, Michelle Citron, Helena Solberg.

24/08/2017
Aula 3 - Dizem que somos belas
A desconstrução do imperativo da beleza, do lugar da mulher como projeção de feminilidade silenciosa, sedução, objeto de olhar e do gozo masculino. Cindy Sherman, Dara Birbaum, Delphine Seyrig, Yasmim Thainá

31/08/2017
Aula 4 - Dizem que somos freaks
A celebração das formas “ditas” desviantes, anormais, loucas, histéricas: homosexualidade, a prostituição: Barbara Hammer, Pipilloti Rist, Cheryl Donegan, Terre Thaemilitz.

Coordenação (clique para mostrar/ocultar)
Patrícia Mourão é doutora em cinema pela Universidade de São Paulo, com bolsa sanduíche na Columbia University, com tese sobre autobiografia no cinema experimental. Atua também como programadora e professora. Foi curadora das mostras: Visões da Vanguarda (CCBB, 2016), Cinema Estrutural (Caixa Cultural, 2015), Jonas Mekas (CCBB, 2013), Cineastas de nosso tempo (Caixa Cultural, 2012), O cinema de Naomi Kawase (CCBB, 2011), Harun Farocki: por uma politização do olhar (Cinemateca Brasileira, 2010). Organizou o livro Jonas Mekas (Cinusp, 2013) e coorganizou, entre outras, as seguintes publicações: Cinema Estrutural (Aroeira, 2015, com Theo Duarte); Straub-Huillet (CCBB, 2012); David Perlov: Epifanias do Cotidiano (CCJ, 2011, com Ilana Feldman), O cinema de Pedro Costa (CCBB, 2010, com Carla Maia e Daniel Ribeiro). Foi produtora do filme Já visto jamais visto (2013), de Andrea Tonacci, e atualmente participa de um projeto de recuperação de parte do acervo do cineasta.


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