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Sato do Brasil, sem título, extraída do livro,
Sato do Brasil, sem título, extraída do livro, "a batalha do vivo", 2016, Grupo Contrafilé.
Sobre o curso Este curso tratará da relação entre corpo, arte, política e cidade nos dias de hoje. Observará as diferentes relações que tem se aprofundado nas últimas três décadas, quando movimentos sociais, artísticos e contraculturais passam a questionar as estratégias de construção do sujeito: identitária, econômica, histórica e disciplinar. Os movimentos que se iniciam na escala do corpo tornam-se uma alternativa possível de resistência à sociedade capitalista globalizada.
Planos de aulas (clique para mostrar/ocultar)
Aula 1 . 21/09/2017
Arte como acontecimento
Apresentação do curso. Quando o performer turco Erdem Gunduz fincou o pé durante horas no Gezi Park em Istambul em meio às ocupações e repressões de junho de 2013, uma multidão silenciosa tomou toda a praça, e a ação se propagou para outros lugares da própria Turquia e do mundo. Acontecimentos em diálogo: Escraches (Grupo de Arte Callejero/Argentina), Standing Man (Turquia/Gezi Park), uma conversa com Galit Eilat, Programa para Descatracalização da Própria Vida (Grupo Contrafilé), Bandeiras (Frente 3 de Fevereiro).

Aula 2 . 28/09/2017
Arte como sobrevivência
Um corpo cria, ao ocupar um espaço, uma situação única, capaz de desfigurar tudo, produzir texturas, intensidades, cortar, colar, romper. Porque é um corpo que pode ver, ouvir, dizer, pensar e devir o futuro. E, nesse sentido, é esse corpo ativo que tenta a todo custo nos mostrar o mundo que está vendo. Corpos sobreviventes: Escolas ocupadas, Graziela Kunsh, La Casa Invisible, Núcleo Bartolomeu de depoimentos, Coletivo Etcétera (Argentina): Internacional Errorista.

Aula 3 . 05/10/2017
Arte como dissidência
Relações podem ser estabelecidas entre os processos atuais de gênero e processos artísticos como invenção de modos de vida dissidentes: Mujeres Creando (Bolívia), Gerrilla Girls (EUA), Mujeres Públicas (Argentina), Estudantes secundaristas de São Paulo, Campus in Camps (Palestina), Casa de Cultura Tainã, 15M (Espanha).

Aula 4 . 19/10/2017
Arte como território
A arte entendida como produção de territórios de experiência: o corpo, uma casa, uma escola, ou uma praça. As cinco peles (Hundertwasser/Áustria), Hortas urbanas de Berlim (especialmente no aeroporto de Tempelhof), Squats (Arne Hector/Berlim).

Coordenação (clique para mostrar/ocultar)
Joana Zatz Mussi é formada em Ciências Sociais e Jornalismo e há dezessete anos trabalha investigando, de diferentes formas, as relações entre cultura e espaço urbano. Fundou e integra os coletivos de arte Grupo Contrafilé e Política do Impossível. Com o Grupo Contrafilé participou de importantes mostras, tais como Playgrounds 2016 no MASP; 31ª Bienal de Arte de São Paulo e Collective Creativity (Alemanha, 2005), entre outras. É autora do livro “O Espaço como Obra” (2014), publicado pela Editora Annablume e Invisíveis Produções com apoio da Fapesp.
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