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Mario Cravo Neto, Odé, 1989, doação, Pirelli, 2012, acervo MASP.
Mario Cravo Neto, Odé, 1989, doação, Pirelli, 2012, acervo MASP.
Sobre o curso O curso propõe uma reflexão sobre a noção de arte afro-brasileira, fornecendo um panorama histórico-antropológico sobre a construção do conceito, seus significados, interpretações e dissensos. Para tanto, serão discutidos os principais autores e estudos dedicados à questão, as exposições e os museus emblemáticos ao redor do tema. Também serão analisados a produção de alguns artistas-chave da área como meios privilegiados de acesso às disputas conceituais e políticas que constituem este debate.

Arte negra, afrodescendente, diaspórica, naïf, afro-orientada, popular, preta: se são muitos os seus nomes, também numerosos são os entendimentos – e os desentendimentos – sobre o seu sentido. Afinal, quando se faz ou se fala em arte afro-brasileira, do que se está falando e o que se está fazendo? Quando uma exposição, museu, artista ou obra são identificados pelo termo, que critérios são por eles acionados – e, por fim, também criados?

Planos de aulas (clique para mostrar/ocultar)
Aula 1 – 06.3
Definindo termos: uma aproximação antropológica às artes plásticas afro-brasileiras
Apresentação do curso. Existe uma história da arte afro-brasileira? O dito e os não-ditos nos estudos críticos e teóricos dedicados ao tema - de fins do século 19 ao começo do século 21.

Aula 2 – 07.3
Exposições e museus de arte afro-brasileira (parte I)
Como curadores, exposições e museus vêm definindo arte afro-brasileira? O afro-brasileiro como popular: fundamentos e enganos. Abdias Nascimento e o Museu de Arte Negra. Pierre Verger e a fundação do Museu Afro-Brasileiro (Salvador).

Aula 3 – 08.3
Exposições e museus de arte afro-brasileira (parte II)
Emanoel Araújo e o Museu Afro Brasil (São Paulo). Um olhar sobre a polifonia contemporânea: que momento é esse de valorização e visibilidade da arte afro-brasileira?

Aula 4 – 09.3
Arte contemporânea afro-brasileira
Quem são e o que fazem os artistas afro-brasileiros contemporâneos? Revisão do passado e crítica do presente: arte, ativismo e reescrita da história.

Coordenação (clique para mostrar/ocultar)
Hélio Menezes é graduado em Relações Internacionais e Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo. Mestre e doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da mesma universidade, é autor da dissertação “Entre o visível e o oculto: a construção do conceito de arte afro-brasileira”. Atua também como pesquisador do Núcleo de Estudos dos Marcadores Sociais da Diferença (NUMAS) e do Núcleo Etno-história. É curador convidado da exposição Histórias Afro-Atlânticas, organizada pelo MASP e Instituto Tomie Ohtake para junho de 2018.
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