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Girolamo Santacroce, Deus Pai, circa 1530, acervo MASP, Doação Geremia Lunardelli, 1947
Girolamo Santacroce, Deus Pai, circa 1530, acervo MASP, Doação Geremia Lunardelli, 1947
Sobre o curso O curso apresentará um olhar histórico sobre a escultura a partir da crise da do Império Romano até o Barroco, focando nos artistas de maior destaque dos períodos, no desenvolvimento das técnicas e dos materiais utilizados.
No mundo Antigo a escultura foi uma forma de arte muito valorizada por diversas civilizações, atrelada ao forte o desejo do ser humano de criar formas plásticas em volumes ou relevos. Na Grécia Antiga, a escultura, além se tornar umas das mais importantes expressões da cultura, alcançou um alto nível de execução técnica. O equilíbrio entre naturalismo e expressividade se cristalizou como a marca do mundo grego herdado pelos conquistadores romanos. A partir do fim do Império Romano, a escultura entrou numa fase de profunda crise, devido aos conflitos ideológicos religiosos e políticos e a fragmentação territorial e cultural. Durante a Idade Média é possível assistir uma lenta, mas persistente, recuperação das técnicas e das formas da escultura clássica que encontrarão na renascença o auge de um longo caminho.
Planos de aulas (clique para mostrar/ocultar)
AULA 1 – 02.5
A estatuária grega e romana e a crise antiga
As estátuas mais importantes da Grécia e da Roma Antiga e a chegada dos povos do norte; as mudanças na sociedade; as motivações da crise da escultura e as dinastias Otonania e Carolingia.

AULA 2 – 09.5
A escultura gótica, românica e as finalidades didáticas das catedrais na França e na Itália
Serão comentadas as seguintes catedrais: Santiago de Compostela; Charters; Amiens; Reims; Austin; Cluny; Duomo de Modena; Ferrara; Milano; Parma; Piazza dei Miracoli e Duomo de Pisa. Wiligelmo, Benedetto Antelami, Arnolfo di Câmbio, Nicola e Giovanni Pisano.

AULA 3 – 16.5
Humanismo e escultura em Florença nos séculos 15 e 16
A renascença da escultura e dos modelos antigos. A competição entre Lorenzo Ghiberti e Filippo Brunelleschi do 1401. Donatello, Luca della Robbia e a terracota esmaltada, Antonio Pollaiolo, Andrea del Verrocchio e o monumento funerário, Benvenuto Cellini, a Loggia dei Lanzi.

23/5
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AULA 4 – 30.5
Michelangelo e a escultura do Renascimento
As obras mais representativas da escultura do Renascimento e de Michelangelo, o artista que modificou com o próprio trabalho as regras da estatuária abrindo caminho na direção a modernidade.

AULA 5 – 06.6
Comparação entre a pintura e a escultura no Humanismo e no Renascimento
Giotto, Donatello, Leonardo, Michelangelo, o diálogo entre as artes no Renascimento, Leon Battista Alberti e a conversa entre as artes irmãs.

AULA 6 – 13.6
Entre o Maneirismo e o Barroco: Giambologna e Gianlorenzo Bernini
A nova colocação da escultura no espaço em relação às novas exigências da comunicação maneirista e barroca

AULA 7 – 20.6
Conferencista convidado: André Luiz Tavares Pereira
A ligação entre arquitetura e escultura nas igrejas barrocas europeias e do Brasil colonial.

AULA 8 – 27-6
Conferencista convidada: Benvinda de Jesus Ferreira Ribeiro
Escultura: técnicas, materiais, aspectos de restauro e de conservação

Coordenação (clique para mostrar/ocultar)
Simone Floridia é formado em história da arte pela Facoltà di Beni Culturali dell’Università Del Friuli (Udine, Itália). Doutor em história da arte pela Università Cattolica di Milano. Possui experiência na área de gestão e restauro dos bens culturais. Ministra cursos de história da arte italiana no Instituto Cultural Ítalo-Brasileiro de São Paulo.
Conferencistas (clique para mostrar/ocultar)
André Luiz Tavares Pereira possui graduação em direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mestrado em história e doutorado em história da arte pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Atualmente é professor do curso de História da Arte da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e membro do Programa de Pós-graduação em História da Arte da mesma instituição, tendo atuado igualmente na pós-graduação em artes visuais da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e da Universidade Cruzeiro do Sul.

Benvinda de Jesus Ferreira Ribeiro doutoranda do Programa de Pós Graduação em Arquitetura da UFRJ, possui mestrado em arquitetura na área de restauração e gestão do patrimônio pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, pós-graduação em arquitetura na área de restauração de bens integrados escultóricos pelo Centro Universitário Metodista - UNIBENNETT (2004), graduação em escultura e em composição paisagística pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Atualmente é professora de conservação e restauração de esculturas do curso de Conservação e Restauração, e restauradora de esculturas do Museu D. João VI da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EBA) e membro do International Council of Museums (ICOM) e do Conselho Administrativo da Associação Brasileira de Conservadores-restauradores de Bens Culturais (ABRACOR).
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